sábado, 27 de junho de 2009

E onde fica o professor?

Todos os dias nos deparamos com desafios cada vez mais complexos e que exigem cada vez mais sabedoria por parte de nós professores. São alunos com problemas familiares, com problemas psicológicos, físicos, etc, mas todos eles com um ponto em comum: precisam estudar, e fica por conta do professor fazê-los progredirem, tornando-se sujeitos sociais, capazes de interagir na comunidade e no mundo em que vivem. Mas será que realmente estamos preparados para cuidar desse problema sozinhos? Não digo preparados apenas teoricamente, mas também psicologicamente. Dedicamos a maior parte do nosso tempo aos alunos, e é claro que isso é importante. Mas não precisamos também ter um pouco mais de tempo para nos dedicarmos, cuidarmos de nosso psicológico, a fim de que estejamos preparados para lidar com situações tão desafiadoras e complicadas? Afinal de contas, quem é que pensa em nós? Todos sabem o que devemos fazer, mas será que sabem quais são os nossos direitos?

Alessandra

3 comentários:

Stephania disse...

De fato: nossos deveres são cobrados e nossos direitos esquecidos.
Aliás, durante os três módulos que cursamos nesta pós-graduação, este ("Culturas de Ensinar e Aprender LE") foi o primeiro a trazer à baila a questão do papel do professor não apenas como profissional, mas, principalmente, como ser humano.

Daniel Rodrigues disse...

Achei o blog muito interessante e espero que consigam manter a discussão. Como podem perceber o papel do professor não é tão simples como muitas vezes querem fazer parecer.

Anônimo disse...

Que tal uma escola que ao invés de anunciar seus professores formados, nativos, com experiência no exterior, dinâmicos, pacientes e legais oferecesse um curso com professores equilibrados, bem dispostos e felizes, resultado de uma política de estímulo ao bem estar físico e psicológico de professor? Alguém consegue visualizar como tal poderia acontecer?
Kleber